“Sou eu que giro o condomínio”
Aceitou ser administrador do condomínio do prédio e, sem dar por isso, ganhou um segundo emprego. Não remunerado.
- É o vizinho que cobra quotas aos outros vizinhos. E isso já lhe custou mais do que uma relação de cordialidade no elevador.
- Passa noites a tentar perceber atas, permilagens, convocatórias válidas e prazos legais que ninguém lhe ensinou.
- Quando o elevador avaria ou há uma infiltração, o telefone que toca é o seu. Ao domingo, inclusive.
- Sabe que, se algo correr mal na contabilidade do condomínio ou numa assembleia, a responsabilidade legal é sua.


